whatsapp-image-2024-05-02-at-09-59-48

Fundão: Alerta sobre circulação da Febre do Oropouche no Estado do Espírito Santo

O Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES) confirmou a circulação de Febre do Oropouche no estado, acendendo um alerta para medidas preventivas e de controle. De acordo com as análises realizadas desde o início de abril, foram examinadas 1.872 amostras através de exames de RT-PCR, resultando na identificação de oito casos positivos da doença. Destes, cinco foram registrados em Colatina, um em Vitória, um em Sooretama e outro em Rio Bananal. Apesar dos casos confirmados, a taxa de positividade para a Febre do Oropouche ainda é baixa, representando apenas 0,42% do total.

Alerta sobre circulação da Febre do Oropouche no Estado do Espírito Santo

Na última terça-feira, dia 23 de abril, o Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES) confirmou a circulação de Febre do Oropouche no estado, acendendo um alerta para medidas preventivas e de controle. De acordo com as análises realizadas desde o início de abril, foram examinadas 1.872 amostras através de exames de RT-PCR, resultando na identificação de oito casos positivos da doença. Destes, cinco foram registrados em Colatina, um em Vitória, um em Sooretama e outro em Rio Bananal. Apesar dos casos confirmados, a taxa de positividade para a Febre do Oropouche ainda é baixa, representando apenas 0,42% do total.

O diagnóstico precoce torna-se fundamental, visto que a Febre do Oropouche compartilha sintomas semelhantes aos da dengue, como febre e dores no corpo e nas articulações. A não letalidade da doença até o momento reforça a importância do diagnóstico laboratorial para o acompanhamento adequado dos casos.

Os protocolos de análise adotados pelo Lacen/ES envolvem uma abordagem abrangente, com amostras inicialmente encaminhadas para detecção de outras arboviroses como Zika, Dengue ou Chikungunya, sendo posteriormente testadas para a presença de arbovírus menos comuns, como Mayaro, Oropouche e Febre do Nilo. Essa estratégia permite uma detecção abrangente das doenças transmitidas por mosquitos.

Se informe:

Quem transmite?

O vetor é o “maruim” ou “mosquito pólvora”. Sua presença está associada a regiões com maior umidade e presença de matéria orgânica.

Como ocorre a transmissão?

Pela picada do mosquito “maruim”, aparece do os sintomas após 3 a 8 dias da infecção pela sua picada.Até o momento não há evidência de transmissão direto pessoa a pessoa.

Quais os sintomas?

São parecidos com os da Dengue, Zica, Chicungunya e Febre Amarela.

Evoluem com febre súbita, dor de cabeça, dores musculares e articulações. Pode haver ainda tontura, dor atrás dos olhos, calafrios, sensibilidade a luz, náuseas e vômitos.

Como prevenir?

  • Uso de repelentes e roupas cumpridas;
  • Podar árvores e arbustos, aumentando a insolação no solo;
  • Manter terrenos baldios livres de mato e matérias orgânicas (folhas, frutos etc);
  • Limpar abrigos de animais (aves, suínos, bovinos, etc).

(DA REDAÇÃO \\ Guto Gutemberg)

(INF.\FONTE: Internet \\ Divulgação)

(FT.\CRÉD.: Internet \\ Divulgação)